Realizados, Seminário
A Economia Brasileira diante das Incertezas Externas
29 de junho de 2011
As atuais dificuldades internas da economia brasileira podem ser agravadas pelo aumento das incertezas internacionais.
O descontrole fiscal e o nível de endividamento de determinados países europeus são capazes de produzir um desequilíbrio sem precedentes no sistema financeiro da zona do euro.
Apesar de sua lenta recuperação, a economia norte-americana continua debilitada. O crescimento chinês segue vigoroso, mas há dúvidas sobre sua capacidade de puxar a economia global. A guerra cambial e a maior volatilidade dos preços das commodities sinalizam o grau das turbulências internacionais.
A economia brasileira de alguma forma será afetada pelos desdobramentos da precária conjuntura internacional. Em 2009, o Brasil conseguiu se descolar dos efeitos mais graves da crise internacional. Políticas anticíclicas foram adotadas. Diante de um problema internacional menor, qual seria a capacidade de reação do governo brasileiro? Em um cenário positivo, por sua vez, os Estados Unidos poderão subir suas taxas básicas de juros. Quais seriam as consequências disto para o fluxo de capitais estrangeiros, para a taxa de câmbio do real e para os preços das commodities?
Participe deste Seminário InterNews, que reúne renomados especialistas, para melhor identificar a situação externa e avaliar os diferentes impactos que poderão modificar o desempenho da economia brasileira, com repercussões em sua empresa.
- Qual seria o impacto no Brasil de um agravamento da conjuntura internacional?
- Qual o risco do PIB brasileiro crescer menos de 3,8% em 2011 e 2012?
- Em que medida a situação brasileira poderá ser afetada pelafragilidade dos bancos europeus diante das crises da Grécia, Portugal e Irlanda?
- Qual o horizonte para a recuperação plena da economia norte-americana?
- A China conseguirá manter a sua atual taxa de crescimento econômico?
Conferencistas
Otaviano Canuto
Vice-presidente do Banco Mundial em Washington e Chefe do PREM (divisão do Banco Mundial que reúne mais de 700 economistas e que oferece recomendações de política econômica e de redução da pobreza para países membros). Ex-diretor executivo do Board do Banco Mundial, foi secretário de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda no governo Lula. Doutor em Economia pela Unicamp.
Winston Fritsch
Sócio fundador da Orienta Investimentos, associada à Nomura Securities e membro do Conselho de Administração da RB Capital. Foi diretor-gerente da Lehman Brothers no Brasil, sócio diretor da Rio Bravo Investimentos e presidente do Dresdner Bank no Brasil. Ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda no governo FHC. PhD em Economia pela University of Cambridge, Inglaterra.
Roberto Castello Branco
Diretor de Relações com Investidores da Vale. Foi Diretor do Banco Central. Membro do board of directors do IBRI – Instituto Brasileiro de Relações com Investidores, do INI – Instituto Nacional de Investidores e da ABRASCA – Associação Brasileira de Companhias Abertas. Doutor em Economia pela Escola de Pós-Graduação em Economia da FGV e Post-Doctoral Fellow in Economics, pela Universidade de Chicago, nos Estados Unidos.
Antonio Corrêa de Lacerda
Professor da PUC-SP e da Fundação Dom Cabral (FDC). Economista-chefe da Siemens. Membro do Conselho Superior de Economia da Fiesp e do Conselho de Política Econômica da CNI. Ex-presidente do Cofecon e da Sobeet. Doutor em Economia pela Unicamp.
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