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Capacitação, Realizados

Estruturação e Processos dos Controles Internos

21 e 22 de junho de 2010

Toda empresa está sujeita à fraudes e a incorrer em riscos temerários. Controles Internos devem ser adotados para prevenir práticas que podem comprometer a empresa. Desde o escândalo da Enron, em outubro de 2001, que levou a sua falência e à dissolução da Arthur Andersen, a adoção de Controles Internos tornou-se uma das principais preocupações corporativas.

Seja por auto-regulamentação ou por cumprimento de normas governamentais, a estruturação de Controles Internos é fundamental tanto para garantir governança apropriada como para prover a investidores e acionistas informações mais precisas e antecipadas dos riscos a que realmente estão sujeitos.

Desde 2001, entidades reguladoras no Brasil, nos EUA e em diversos outros países adotaram com maior rigor regras para a correta elaboração e divulgação de demonstrações financeiras. Para cumprí-las, as empresas devem atestar que possuem e implementam um sistema de controles internos em seus processos financeiros capazes de garantir, com razoável grau de confiabilidade, que os números divulgados ao mercado estão corretamente apurados e apresentados.

Participe deste Treinamento InterNews e saiba como mapear os Controles Internos existentes em sua empresa. Saiba identificar eventuais vulnerabilidades e gaps de maneira prática e segura, salvaguardando os interesses da organização, evitando exposições legais e custos desnecessários. Veja como monitorar os riscos da sua empresa, aplicar os conceitos de Controles Internos e promover uma gestão eficaz.

INSTRUTOR

Luís Pires

Gerente de Auditoria Interna da Engenharia e Construções Camargo Corrêa S/A, responsável pelas áreas de Controles Internos e Auditoria Intena da organização, no Brasil e Exterior. Pós-Graduado em Auditoria e Controladoria e Bacharel em Ciências Contábeis pela Fundação Getúlio Vargas/Campinas e MBA em Auditoria e Controladoria pela Ohio University – EUA. Experiência em auditoria em diversos paises, entre eles: Estados Unidos, México, Argentina, Chile e Angola. Tem mais de 23 anos de experiência em Auditoria Interna e Externa em empresas nacionais e multinacionais.

PROGRAMA

Introdução

  • Construindo uma definição de controle interno
  • Controles em foco: o colapso da Enron e os escândalos corporativos
  • Governança e Controle Interno: da auto-regulação à conformidade
  • Os controles: Basiléia, COSO I e COSO II
  • Controles internos: prevenção de perdas ou tratamento de riscos

COSO – INTERNAL CONTROL INTEGRATED FRAMEWORK

  • O ambiente de controles: a base da pirâmide
  • Análise de Riscos: objetivos, incertezas e riscos
  • Atividades de Controle: a estratégia de gerenciamentos de riscos em foco
  • Monitoramento: avaliando a qualidade do sistema
  • COSO II: Quais as diferenças

CONTROLES INTERNOS E A CULTURA ORGANIZACIONAL

  • Motivação das equipes
  • Gerenciamento das equipes
  • Comportamentos funcionais
  • Percepção organizacional de controle
  • Competências para controle

O ALICERCE DE UMA ESTRUTURA DE CONTROLES EFICAZ

  • Objetivos: a gênese dos riscos
  • Riscos: a razão de ser de um controle
  • Análise de riscos: a priorização em foco
  • Mapeamento de processos: de volta à O&M

ESTRUTURA DE CONTROLES INTERNOS

  • Do “cardápio” de controles, qual escolher
  • Controles preventivos e controles detectivos
  • Controles automáticos e controles manuais
  • Controles específicos, abrangentes e de monitoramento
  • Custo e benefício
  • Avaliação dos controles
  • Automatização de controles

FERRAMENTAS

  • Controle interno como um processo
  • Modelo de gestão e metas
  • Melhorar e sustentar resultados: como pensar os controles como parte do modelo de gestão
  • PDCA e SDCA
  • Matriz de risco e controles
  • Planos de ação de melhoria
  • Testes de controles
  • Sistemas de suporte

METODOLOGIAS DE IDENTIFICAÇÃO, MAPEAMENTO E APLICAÇÃO DOS CONTROLES

  • Fluxograma
  • Questionário de Avaliação do Controle Interno
  • Documentação Regulatória (Políticas, Normas, Procedimentos e Padrões
  • Racionalizando Controles com uma Visão Orientada para Riscos
  • Como implementar controles para atingir objetivos corporativos
  • Como justificar os custos de implementação de controles para a alta administração

MODELO DE CONTROLE – CSA – Control Self Assesment (Auto Avaliação de Controle)

  • Motivação para Implementação;
  • Diretrizes para implementação;
  • Fatores Críticos de Sucesso;
  • Etapas de Implementação;
  • Questionário de Auto Avaliação

AUDITORIA E CONTROLES INTERNOS

  • Auditoria Interna: oportunidade de uma revolução na profissão
  • Agregar valor ou obter conformidade: existe mesmo esse paradoxo?
  • Auditoria Independente: controle é um conceito pós-Enron?
  • O novo parecer dos auditores de empresas listadas na SEC
  • Primeiros resultados pós SOX

CONTROLES INTERNOS E SARBANES-OXLEY

  • A Seção 404 da Sarbanes-Oxley
  • O COSO como marco conceitual de avaliação de riscos e controles na SOX
  • As principais dificuldades e oportunidades para as empresas sujeitas à SOX

CONTROLE INTERNO, UMA OPORTUNIDADE DE GOVERNANÇA E VALOR

  • Governança: afinal de contas, o que é
  • Controles Internos: deveria ser preocupação só dos auditores
  • Controle Interno e Modelo de Gestão: onde esses conceitos se aproximam
  • Custos e Benefícios: há limite para o controle

EXERCÍCIOS PRÁTICOS DE MAPEAMENTO DE CONTROLES, IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS E APLICAÇÃO DE CONTROLES EFICIENTES E EFICAZES.

  • Aplicação
  • Realização;
  • Orientação;
  • Revisão;
  • Debate