Realizados, Seminário
Desafios da Economia Brasileira: Aumento de riscos mundiais
20 de agosto de 2010
Há crescentes dúvidas sobre o ritmo de recuperação da economia mundial. Como diz o FMI, nuvens carregadas aparecem no horizonte dos países desenvolvidos, surgidas a partir da Grécia. As expectativas agora convergem para baixo e lento crescimento na Europa, nos Estados Unidos e no Japão. Menciona-se com maior frequência até o risco da volta da recessão nestes países, se os atuais problemas forem conjugados com uma maior desaceleração da economia chinesa.
No Brasil, os fundamentos econômicos continuam sólidos, o que permite o robusto crescimento de 7,3% do PIB em 2010. Entretanto, o desempenho menos favorável da economia mundial gera incertezas sobre as perspectivas da economia brasileira a partir de 2011. Resta saber a capacidade do Brasil manter o desempenho da sua economia relativamente descolado de um menor crescimento nos países desenvolvidos.
Participe deste Seminário InterNews para melhor dimensionar as turbulências na economia mundial e a durabilidade do desempenho econômico mais robusto no Brasil.
- Qual o risco de uma nova recessão nos países desenvolvidos?
- Como o Brasil seria afetado por um longo período de baixo crescimento da economia mundial?
- O forte fluxo negativo de capitais estrangeiros registrado em junho será um fenômeno passageiro?
- A inflação brasileira permanecerá sob controle com um aumento de 7,3% do PIB em 2010?
- Quais as perspectivas das empresas exportadoras diante do quadro internacional?
Conferencistas
Ilan Goldfajn
Economista-chefe do Itaú Unibanco. Ex-diretor de Política Econômica do Banco Central. Foi professor do Departamento de Economia da PUC-RJ. Doutor em Economia pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT). Foi sócio-fundador da Ciano Investimentos.
Ibrahim Eris
Ex – presidente do Banco Central, PhD em Economia pela Universidade Vanderbilt e sócio da Eris Consultores Associados
Mário Mesquita
Diretor de Política Econômica do Banco Central entre março de 2007 e março de 2010, foi economista-chefe para a América Latina do Banco ABN AMRO e diretor setorial de Economia da Febraban. Doutor em Economia pela Universidade de Oxford
Roberto Castello Branco
Diretor de Relações com Investidores da Vale. Foi Diretor do Banco Central. Membro do board of directors do IBRI – Instituto Brasileiro de Relações com Investidores, do INI – Instituto Nacional de Investidores e da ABRASCA – Associação Brasileira de Companhias Abertas. Doutor em Economia pela Escola de Pós-Graduação em Economia da FGV e Post-Doctoral Fellow in Economics, pela Universidade de Chicago, nos Estados Unidos.

Siga a Internews