Realizados, Seminário
O Custo da Água nas Empresas
16 de março de 2005
Saiba como agir diante:
- Da cobrança pela captação de água
- Das exigências da legislação ambiental
- Do aumento do custo de tratamento de efluentes
- Das multas e penalidades
Conheça ainda:
- As ações de sucesso e saiba como implementá-las na sua empresa
- Sistemas e ferramentas eficientes de gestão e reuso
- Como obter resultados financeiros e competitivos
Quanto custa a água na sua empresa?
Empresas de todos os segmentos, em todas as regiões, do país já fazem as contas e se mobilizam na busca de alternativas e soluções para reduzir custos e evitar impactos nas atividades com a falta ou escassez de água.
É fato que o custo da água pesa cada dia mais no resultado das empresas, do manejo ao uso final, pelos constantes ajustes na legislação ambiental.
A resolução 20 do Conama, revisada neste ano, aperta ainda mais as empresas, exigindo investimentos mais pesados nos processos para tratamento de efluentes. Sua empresa precisa conhecer todos os detalhes das exigências dessa resolução.
A cobrança pelo uso da água é uma realidade. Usuários das bacias fluminenses pagarão a partir deste ano – a cobrança foi aprovada em dezembro. O decreto da cobrança em Minas Gerais será assinado dia 22 de março. Os usuários da bacia hidrográfica dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ) começarão a pagar pela captação ainda este ano. Na bacia do Paraíba do Sul se paga desde março de 2003. Nas demais bacias federais a cobrança será instituída em breve, pois a legislação está concluída e aprovada. Até mesmo as unidades de conservação, como o Parque Nacional da Tijuca (RJ), já falam em cobrar pelo recurso.
A InterNews pesquisou, levantou necessidades, identificou os assuntos mais relevantes para que você possa obter informações imprescindíveis para sua empresa. Para isso, estruturou este seminário O CUSTO DA ÁGUA NAS EMPRESAS, que realizaremos dia 16 de março de 2005, em São Paulo. E você deve participar.
Analise o programa. Avalie os benefícios da sua participação. Inscreva-se agora mesmo!
| Programa |
8:30h — Recepção, café e entrega do material
9:00h — Abertura
A POLÍTICA NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS: ANA, CONAMA E O POSICIONAMENTO DA FIESP – O rigor nas regras e os impactos nas empresas
9:15 — Visão da FIESP e dos órgãos oficiais reguladores sobre as normas em vigor, quanto à cobrança pela captação, as exigências e o rigor da resolução 20 do Conama e a regulamentação sobre o reuso de água. Como as empresas devem atuar e o que afeta o desempenho e os resultados.
- Legislação sobre captação, lançamento e reuso, suas contradições e tendências
- Legislação federal sobre o tratamento e reuso
- Impacto da cobrança pela captação nos custos, mesmo nas empresas abastecidas por concessionárias
- A nova resolução 20 do Conama: exigências e adaptações por parte da empresas
- Reuso e gestão eficiente como diferencial competitivo
- Modelo de sistema de gestão
- Setores que mais investem no consumo racional
Antonio Félix Dominguez
Superintendente de Água e Solo
ANA- AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUASBeatriz Martins Carneiro
Assessora Técnica
CONAMA – CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE
Coffee Break
Anícia Aparecida Baptistello Pio
Especialista em Recursos Hídricos
FIESP
Painel de perguntas aos palestrantes
CRITÉRIOS DA CETESB NA CLASSIFICAÇÃO DE RIOS PARA LANÇAMENTO E EXIGÊNCIAS PARA TRATAMENTO DE EFLUENTES
12:15 — Quais as normas e critérios na classificação dos rios e trechos de rios e as normas para lançamento e tratamento de efluentes. Como atua o órgão regulador e fiscalizador junto às empresas.
- As várias classes de rios e trechos de rios
- Como e porque da classificação
- Exigências para tratamento e lançamento de efluentes conforme as classes de curso d´água ou no solo
- As diferentes normas conforme o local de despejo
- A relação com as empresas
- Padrões de qualidade
- Normas para lançamento em solo, mesmo interno à empresa
- Novas normas de manutenção de áreas externas contaminadas e expostas à chuva
Regis Nieto
Gerento do Setor de Efluentes
CETESB
13:00h — ALMOÇO
A COBRANÇA NA PRÁTICA – A INSTITUIÇÃO DA COBRANÇA E O IMPACTO NOS CUSTOS
As indústrias são responsáveis por quase a metade da conta de mais de R$ 12 milhões que o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul cobrou pela captação de água no ano passado.
14:00h — Experiência prática da cobrança na bacia do Paraíba do Sul e o posicionamento das empresas
- Como é feita essa cobrança
- Quem paga mais e porque
- Como a cobrança afeta as empresas
- Que ações as empresas adotaram para minimizar esse impacto?
- Como é a convivência com o comitê e o consórcio de bacias locais?
Antonio Francisco Evangelista de Souza
Presidente
CEIVAP
O início da cobrança na Bacia do PCJ – Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí já é uma realidade.
14:45h — O que as empresas precisam saber para se preparar para esse cenário
- Quando será implementada a cobrança
- Quais os fundamentos legais (legislação estadual e federal e o suporte jurídico)
- O que diz a medida 001 do PCJ pela qual parte dos municípios já paga pela captação
- O que dispões o PROJETO DE LEI 1616 (sobre as normas como outorga e criação da Agência de Bacias)
- Como as empresas encaram e participam desse processo
Regina Aparecida Ribeiro
Mebro do PCJ
COMITÊ DE BACIAS DO PCJ (Chefe de Divisão e Engenharia e Planejamento – DAE/SANTA BÁRBARA D´OESTE)
15:30h — Coffee Break
15:50h — Economia com reuso de água – Como Pilkington se preparou para amenizar o impacto da cobrança e como avalia a participação no Comitê de Bacia do Rio Paraíba do Sul (Ceivap)
- Gestão com circuito fechado
- Vantagens e restrições do reuso
- Redução de custos com água
- Economia com reuso
- A participação no Ceivap
Marcelo Morgado
Gerente de Meio AMbiente e Segurança no Brasil e Coordenador da Área na América do Sul
PILKINGTON BRASIL
(Conselheiro representante da FIESP no CEIVAP)
16:35h — Caso Prático: Sistema de gestão – Na companhia, há uma meta global para redução de consumo de água, pois o grupo sabe que o insumo está cada dia mais caro e escasso em todo o planeta. Saiba como a fábrica de Guaratinguetá gerencia a água.
- O monitoramento on-line, em parceria com o INPE e a Cetesb
- O sistema de captação e reuso e seus resultados financeiros
- Redução de consumo com meta global do grupo
- Ações ambientais para aumento de vazão no rio
Odilon Ern
Diretor de Saúde, Segurança e Meio Ambiente para a América do Sul e Qualidade do Complexo Químico Guaratinguetá
BASF
17:20h — Caso prático de modelos de contrato: Quando o investimento é do fornecedor. Entre as alternativas de investimento em processos de gestão, há aquela em que o fornecedor banca e opera o sistema. Saiba como funciona.
- O contrato BOT (Build, Operate and Transfer) em que o investimento é assumido pelo prestador de serviço: quais as vantagens para as partes
- Case Owens Illinois (Cisper): contrato BOT com reuso de água e descarte zero de efluentes
Vlamir de Castro Paes
Diretor-Presidente
ECOAQUA / AQUAPLUSOtavio Henrique O Landi
OWENS ILLINOIS CISPER
18:15h — Encerramento

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