Capacitação, Realizados
Implantação de Equipes Semi-Autônomas
26 de julho de 2010
O sistema de células autogerenciáveis ou – como alguns preferem chamar – as equipes semi-autônomas têm apresentado excelentes resultados como forma de organização do trabalho. A sua adoção tem sido cada vez mais frequente. Este modelo começou a ser utilizado na área produtiva, mas hoje já é aplicado com sucesso nas áreas administrativas ou em outros segmentos, como lojas, hospitais e call centers.
As equipes semi-autônomas têm sua base em quatro grandes pilares: ausência de supervisão direta, trabalho em equipe estrutural, semi-autonomia decisória dos trabalhadores e utilização de indicadores de perfomance. A implementação deste sistema permite ao funcionário melhor visualizar o resultado do seu trabalho, promovendo ganhos de resultados e de satisfação.
Participe deste Treinamento InterNews com Luiz Felipe Cortoni para implementar ou aperfeiçoar o sistema de células autogerenciáveis em sua empresa. Conheça os fundamentos conceituais desta forma de organização do trabalho. Considere os pontos críticos e os dilemas envolvidos no planejamento e na implantação deste modelo. Avalie casos de empresas que mantém equipes semi-autônomas.
INSTRUTOR
Luis Felipe Cortoni
Sócio-gerente da LCZ Desenvolvimento de Pessoas e Organizações e do Ateliê de Pesquisa Organizacional. Participou do Departamento de Desenvolvimento Gerencial da Mercedes Benz do Brasil. Foi gerente de RH da Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo. Consultor de empresas como Agência Reuters (Madri), Atlas Transportes, Banco Real/ABN, Bosch Continental (Peru e Brasil), CPFL, Credicard, Diageo, Elektro, Fenabrave, Grupo Ultra, HP do Brasil, IBM, Kimberly Clark, Kibon, Mattos Filho Advogados, Natura, Philip Morris (Portugal), Tozzini/Freire/Teixeira e Silva Advogados, Latapack Ball, Nike do Brasil, Nívea, Parmalat, Pfizer, R P Scherer (Brasil e Argentina), Rhodia, TAM, SAS, Unilever, Unibanco, Vale, e Volvo. Psicólogo. Professor de Pós-graduação da Fundação Vanzolini – POLI/USP. Foi professor universitário nas cadeiras de psicologia educacional, sociologia, e sociologia da educação.
Objetivo
Proporcionar a visão da implantação de um modelo de organização do trabalho com base em grupos semi-autônomos.
Discutir dificuldades e facilidades na concepção e implantação deste modelo.
PROGRAMA
Fundamentos conceituais da implantação de grupos semi-autônomos
? Matriz conceitual que dá sustentação aos semi-autônomos: a sócio técnica
? Os quatro fundamentos do modelo:
- Trabalho em equipe,
- Ausência de supervisão direta,
- Semi autonomia e
- Presença de indicadores de desempenho
Concepção – Os principais pontos críticos e os dilemas
? Formação do grupo de concepção
? Concepção x implantação: como tratar estas diferentes etapas
? Tempo de concepção
? Quebra de paradigmas no redesenho
? Validação do redesenho proposto pelo grupo de concepção
Implementação
? Os principais pontos críticos na hora da implantação
? Os dilemas no processo de implementação
? Tempo de implantação (negócio) x tempo de mudança (pessoas)
? As resistências ao modelo
? Quebra de paradigmas na prática
? Processo de apoio à mudança de perfis e papéis de operadores, supervisores e gerentes
? Processo de comunicação para envolvidos e interfaces
? Os limites do treinamento comportamental
? Os impactos na agenda de RH (carreira, desenvolvimento e remuneração)
Pós-implantação
? Manutenção do modelo: o acompanhamento pós dia D
? Gestão do novo modelo
Um exemplo de modelo implantado
? Análise de caso real

Siga a Internews