Realizados, Seminário
O Brasil Consegue se Recolocar na Economia Mundial?
10 de abril de 2008
Quebrando o padrão de contrair pneumonia a cada resfriado internacional, tudo leva a crer que a economia brasileira se manterá dinâmica apesar da atual estagnação nos Estados Unidos e na Europa. O que significa a médio e longo prazo o relativo descolamento do desempenho econômico brasileiro em relação à desaceleração da economia americana?
A compreensão deste novo paradigma é fundamental para projetar melhor os rumos da economia brasileira e para atualizar o planejamento estratégico da sua empresa.
Os fundamentos econômicos explicam parte do relativo descolamento e da possível abertura de melhores horizontes para o Brasil: o problema da dívida externa acabou, a inflação está sob controle, o câmbio flutua, o superávit fiscal tem sido mantido, os preços das commodities continuam elevados, o mercado para as exportações diversificou-se, a distribuição de renda tem melhorado, as empresas e as famílias estão pouco endividadas, as reservas externas são significativas, o sistema financeiro mantém-se saudável e o país poderá em meados da próxima década tornar-se exportador de petróleo.
Participe deste Seminário InterNews para saber se o Brasil consegue manter este ano e em 2009 a dinâmica da sua economia, apesar da desaceleração americana, e avaliar se o país reúne requisitos para consolidar uma inserção mais robusta na economia mundial.
- As atuais taxas de crescimento econômico serão mantidas em 2008 e 2009?
- Qual a vulnerabilidade do país aos preços das commodities?
- A falta de investimentos em infraestrutura e a elevada carga tributária impedem uma melhor inserção brasileira na economia mundial?
- A indústria brasileira é capaz de manter sua competitividade internacional com o real valorizado?
Conferencistas
Ilan Goldfajn
Ex-diretor de Política Econômica do Banco Central. É professor do Departamento de Economia da PUC-RJ e diretor do Instituto de Ensino e Pesquisa em Economia da Casa das Garças (IEPE/CdG). Doutor em Economia pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT), é sócio-diretor da Ciano Investimentos
Antônio Barros de Castro
Assessor Especial da presidência do BNDES, foi assessor especial do Ministro do Planejamento e presidente do BNDES. Doutor em Economia pela Unicamp
Yoshiaki Nakano
Diretor da Escola de Economia e chefe do Departamento de Economia da Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da Fundação Getúlio Vargas (FGV/EAESP). Foi Secretário da Fazenda do Estado de São Paulo, secretário especial de Assuntos Econômicos do Ministério da Fazenda e consultor do Banco Mundial.
Júlio Sérgio Gomes de Almeida
Diretor-executivo do IEDI – Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial, foi secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda. Doutor em Economia pela Unicamp

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