Realizados, Seminário
Os Efeitos no Brasil da Turbulência Americana
18 de outubro de 2007
O Federal Reserve injetou uma forte dose de confiança na economia americana com o corte de meio ponto percentual na taxa básica de juros. Deixou claro que fará o que puder para manter a liquidez do mercado e para proteger a economia de uma recessão.
Resta saber se o Fed será capaz de contornar a crise do mercado de crédito e evitar uma desaceleração americana mais grave. Qualquer previsão de desempenho da economia brasileira e da sua empresa depende agora ainda mais dos EUA.
Neste momento crítico, você precisa estar bem informado para impedir que falsos alarmismos prejudiquem suas ações empresariais. Da mesma forma, é preciso estar atento para poder antecipar medidas defensivas diante de uma possível deterioração mais aguda da conjuntura internacional.
Participe deste Seminário InterNews que abordará os cenários mais prováveis da economia americana e os seus impactos no Brasil. Venha debater com renomados economistas os novos riscos que as perspectivas econômicas apresentam para a sua empresa.
- Qual o cenário mais provável para o desempenho econômico dos EUA até fins de 2008?
- A resolução da crise do mercado de crédito americano requer o ajuste dos desequilíbrios mundiais?
- O Brasil consegue manter em 2008 taxa de crescimento acima de 4,5%?
- A flutuação cambial continuará contribuindo para manter a inflação sob controle?
- O novo cenário internacional impedirá novos cortes na taxa básica de juros brasileira?
- O Brasil continuará atraindo elevados fluxos de investimentos externos?
Conferencistas
Delfim Netto
Ex-deputado federal, foi ministro da Fazenda, da Agricultura e do Planejamento
Ilan Goldfajn
Ex-diretor de Política Econômica do Banco Central. É professor do Departamento de Economia da PUC-RJ e diretor do Instituto de Ensino e Pesquisa em Economia da Casa das Garças (IEPE/CdG). Doutor em Economia pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT), é sócio da Ciano Investimentos
Alexandre Schwartsman
Ex-diretor de Assuntos Internacionais do Banco Central. É economista-chefe para América Latina do ABN AMRO Bank. PhD em Economia pela Universidade de Berkeley – Califórnia, foi economista-chefe do Unibanco

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