Realizados, Seminário
O Apagão de Mão de Obra Operacional no Brasil do Pleno Emprego
7 de junho de 2011
Com o índice de desemprego na casa dos 5%, que coloca o país numa situação de quase Pleno Emprego, as empresas que fazem uso intensivo da mão de obra operacional enfrentam dificuldades para selecionar e reter esses profissionais. Mesmo com as medidas de austeridade monetária que estão sendo adotadas pelo governo para arrefecer a inflação, a situação de escassez de mão de obra deve perdurar.
Recente pesquisa da Fundação Dom Cabral com 120 grandes empresas aponta que mais de 90% destas estão com dificuldades para contratar. E muitas estão perdendo seus funcionários para concorrentes ou até para outros setores por conta de uma pequena vantagem. É preciso compreender o que leva um funcionário a buscar outro emprego e o que fazer para motivá-lo a ficar.
Segundo a mesma Fundação Dom Cabral, cerca de 80% das empresas já está adotando políticas de retenção para os níveis operacional e técnico, a exemplo do que já vinha sendo feito para fidelizar talentos de níveis administrativos e gerenciais.
Programas de melhoria da qualidade de vida e de ambiente interno, horário flexível, cursos e especializações, benefícios estendidos à família, bônus em dinheiro e outras premiações são algumas das ações tomadas pelas empresas para reter a mão de obra operacional.
Ainda há outro efeito colateral do mercado aquecido: os processos de contratação estão cada vez menos exigentes, com redução dos requisitos de admissão nas áreas técnica e operacional. Isso representa um risco de perda de produtividade, qualidade e segurança nas operações.
O jogo virou e quem tem dado as cartas agora é o trabalhador. No ano passado, 97% das categorias profissionais que negociaram salários tiveram reajuste acima da inflação, segundo o Dieese.
Participe deste Seminário InterNews e veja o que empresas de variados portes e listadas entre as melhores para trabalhar no Brasil estão fazendo para combater os efeitos do apagão de mão de obra operacional. Conheça em detalhes a mais recente pesquisa da Deloitte sobre retenção profissional. Saiba onde, na avaliação dos dirigentes de Recursos Humanos, as empresas estão errando e o que fazer para manter pessoas motivadas e produtivas.
PROGRAMA
8h30 – Credenciamento
9h00 – Como atrair e reter pessoas num contexto de forte demanda por mão de obra
Luiz Edmundo Rosa
Diretor de Educação da ABRH Nacional e Vice-Presidente de Desenvolvimento Humano da Ânima Educação
10h30 – Coffee break
10h50 – Caso Pormade Portas – Pessoas em primeiro lugar: a experiência de uma das melhores empresas para trabalhar no Brasil
Hermine Schreiner
Diretora de Recursos Humanos e Responsabilidade Social da Pormade Portas (Paraná)
12h20 – Almoço
13h40 – Os consórcios de empresas para formação de mão de obra operacional
Patrícia Viotto
Gerente-geral de Captação de Talentos da Votorantim Industrial
15h00 – “Reter a mão de obra é a principal preocupação das empresas para os próximos anos”
Henri Vahdat
Diretor de Serviços de Capital Humano da Deloitte
16h20 – Coffee break
16h40 – Caso Prezunic – Como um supermercado mantém turnover 60% menor que a média do segmento
Ronaldo Pereira Leal
Gerente de Recursos Humanos do Prezunic (Rio de Janeiro)
18h00 – Encerramento
Para acessar o restante do conteúdo, digite a sua senha.

Siga a Internews