<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>InterNews</title>
	<atom:link href="http://internews.jor.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://internews.jor.br</link>
	<description>Os melhores conteúdos para a gestão e decisão empresarial</description>
	<lastBuildDate>Thu, 17 May 2012 19:42:51 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>Mapeamento e Modelagem de Processos</title>
		<link>http://internews.jor.br/2012/05/772012/</link>
		<comments>http://internews.jor.br/2012/05/772012/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 May 2012 15:18:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rubens</dc:creator>
				<category><![CDATA[Auditoria]]></category>
		<category><![CDATA[Capacitação]]></category>
		<category><![CDATA[Custos e Orçamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[Processos Corporativos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://internews.jor.br/?p=6071</guid>
		<description><![CDATA[O Mapeamento de Processos é um dos elementos chave da metodologia de Gestão de Processos de Negócio. Ferramenta gerencial e de comunicação, a sua utilização é fundamental para melhorar o entendimento dos processos de negócio existentes ou a serem desenvolvidos. Tem o objetivo de elevar o nível de satisfação do cliente e aumentar desempenho da empresa. Após o mapeamento, inicia-se o trabalho de Modelagem de Processos. Nesta etapa é feito o desenho do processo de negócio, com a descrição das suas propriedades e características e com a identificação das atividades realizadas. O Mapeamento e a Modelagem permitem às empresas conhecerem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Mapeamento de Processos é um dos elementos chave da metodologia de Gestão de Processos de Negócio. Ferramenta gerencial e de comunicação, a sua utilização é fundamental para melhorar o entendimento dos processos de negócio existentes ou a serem desenvolvidos. Tem o objetivo de elevar o nível de satisfação do cliente e aumentar desempenho da empresa. Após o mapeamento, inicia-se o trabalho de Modelagem de Processos. Nesta etapa é feito o desenho do processo de negócio, com a descrição das suas propriedades e características e com a identificação das atividades realizadas. O Mapeamento e a Modelagem permitem às empresas conhecerem e compreenderem melhor os seus processos, identificando claramente pontos fortes e fracos, os papéis, as responsabilidades e o fluxo de valor. Este Evento de Capacitação InterNews fornece técnicas e habilidades necessárias para realizar o mapeamento e a modelagem de novos processos ou o redesenho e melhoria de processos existentes. O foco está na identificação de oportunidades de mudança de processos. Participe para melhor definir em sua empresa o escopo de processos específicos, utilizando modelos gráficos para documentar resultados e modelar fluxos de processos AS-IS e TO-BE, com a notação BPMN. O treinamento permitirá identificar oportunidades de melhoria através do mapeamento de gaps.</p>
<h3>INSTRUTORA</h3>
<p><strong>Angélica Aparecida Regazzini,</strong>CBPP Certificada como CBPP pela ABPMP e como Business Process Management Professional pela Boston University. Pós-Graduada em Derivativos pela BM&amp;F, formada em Matemática Aplicada e Computacional pela UNICAMP. Possui treinamentos específicos em Gerenciamento de Riscos Operacionais – IBCB e Gerenciamento de Projetos – Impacta. Atuou como gerente de projetos de revisão, reengenharia e gestão de processos utilizando metodologia proprietária aderente aos conceitos do BPM CBOK e baseada em metodologia internacional de gestão de processos de negócio, em empresas financeiras, de telecomunicação, mineradoras, entre outras. Gerenciou projetos integrados para implantação de processos redesenhados abrangendo áreas habilitadoras como tecnologia, contas a pagar, contas a receber, faturamento, recursos humanos e marketing. Por mais de 15 anos foi gerente de projetos e produtos em instituições como BankBoston Banco Múltiplo S.A, Brasil Aconselhamento Financeiro S.A. (Banco do Brasil) e Maxblue Investimentos DTVM S.A. Foi gerente de marketing do Banco Real S.A – Grupo Santander. Atualmente é sócia da OMConsulting, empresa especializada em Gestão de Processos de Negócio, Gestão de Contratos e SLA/SLM.</p>
<h3>Objetivos do Treinamento</h3>
<ul>
<li>Explicar conceitos, definições e benefícios da abordagem por processos de negócio</li>
<li>Introduzir os conceitos básicos, propósitos, princípios e técnicas do mapeamento e modelagem de processos de negócio</li>
<li>Fornecer habilidades básicas nos padrões e técnicas de mapeamento e modelagem de processo</li>
</ul>
<h3>Benefícios do Treinamento</h3>
<ul>
<li>Entendimento sobre os princípios e benefícios de técnicas reconhecidas de mapeamento e modelagem</li>
<li>Obtenção de recursos para identificar oportunidades de melhoria de desempenho de processos</li>
<li>Fornecimento de técnicas para compreensão de papéis e responsabilidades das pessoas nos processos</li>
<li>Desenvolvimento de linguagem comum para descrever processos de negócio</li>
</ul>
<h3>PROGRAMA</h3>
<h4>Módulo I – A Gestão de Processos de Negócio</h4>
<ul>
<li>Conceitos</li>
<li>Processos de Negócio</li>
<li>Projetos de Processos de Negócio</li>
</ul>
<h4>Módulo II – O Mapeamento de Processos</h4>
<ul>
<li>Entendimento do Processo</li>
<li>Análise de Interessados</li>
<li>Definição de Objetivo</li>
<li>Delimitação de Escopo</li>
</ul>
<h4>Módulo III – Conceitos da Modelagem de Processos</h4>
<ul>
<li>Propósito da Modelagem de Processos</li>
<li>Perspectivas e Abordagens de Modelagem</li>
<li>Definição e Escopo da Modelagem</li>
<li>Padrões, Técnicas e Metodologia</li>
</ul>
<h4>Módulo IV – A Modelagem de Processos</h4>
<ul>
<li>BPMN</li>
<li>Saídas, Entradas, Medições e Problemas</li>
<li>Regras, Habilitadores e Problemas</li>
<li>Estudo de Caso</li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://internews.jor.br/2012/05/772012/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Indicadores, Métricas e Resultados em  Recursos Humanos</title>
		<link>http://internews.jor.br/2012/05/762012/</link>
		<comments>http://internews.jor.br/2012/05/762012/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 May 2012 20:39:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rubens</dc:creator>
				<category><![CDATA[Auditoria]]></category>
		<category><![CDATA[Capacitação]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Estratégica]]></category>
		<category><![CDATA[Processos Corporativos]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos Humanos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://internews.jor.br/?p=6057</guid>
		<description><![CDATA[Medir os resultados em recursos humanos de forma concreta e não subjetiva é uma tarefa bastante desafiadora e tem se mostrado fundamental para posicionar o RH como parceiro estratégico. A mensuração dos resultados auxilia na definição dos sistemas e das ações prioritárias para o alinhamento do RH às estratégias de negócios da organização. É necessário conhecer as ferramentas disponíveis para medir os resultados da gestão de RH e o impacto gerado ao negócio. É imprescindível conhecer e aplicar os indicadores mais adequados ao crescimento da empresa, para dar suporte às decisões estratégicas. É preciso desenvolver programas e ações que de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Medir os resultados em recursos humanos de forma concreta e não subjetiva é uma tarefa bastante desafiadora e tem se mostrado fundamental para posicionar o RH como parceiro estratégico. A mensuração dos resultados auxilia na definição dos sistemas e das ações prioritárias para o alinhamento do RH às estratégias de negócios da organização.</p>
<p>É necessário conhecer as ferramentas disponíveis para medir os resultados da gestão de RH e o impacto gerado ao negócio. É imprescindível conhecer e aplicar os indicadores mais adequados ao crescimento da empresa, para dar suporte às decisões estratégicas. É preciso desenvolver programas e ações que de fato impactam nos resultados corporativos.</p>
<p>Participe deste Evento de Capacitação InterNews e saiba como selecionar e utilizar métricas e indicadores para gerenciar o desempenho da gestão de RH, de treinamento e desenvolvimento e da consultoria interna de RH (CIRH). Veja como mensurar sua contribuição ao negócio, construindo um instrumento de integração entre a estratégia, a gestão de pessoas e os resultados organizacionais.</p>
<h3>INSTRUTORA</h3>
<p><strong>Cleidimar Alvarenga</strong><br />
Advogada, especializada em Direito do Trabalho, desenvolvimento de RH e gestão empresarial.<br />
Possui mais de 20 anos de experiência profissional atuando nas empresas: CENIBRA, SUZANO, VERACEL, NYK Logistics e Santos-Brasil. Consultora especializada nas áreas planejamento estratégico de RH, gestão de desempenho por competências, remuneração e recompensas, carreira e sucessão, gestão de talentos, sustentabilidade e treinamento executivo.<br />
Consultora da Ser Total Consultoria.  Membro do comitê ABNT que trata da &#8220;nacionalização&#8221; da OHSAS 18000.</p>
<h3>PROGRAMA</h3>
<h4>Módulo I &#8211; O Desafio de fazer o RH Estratégico</h4>
<ul>
<li>Alinhamento Estratégico do RH com o Negócio &#8211; Arquitetura Corporativa</li>
<li>Como desdobrar o planejamento estratégico em ações concretas de RH &#8211; os desafios na medição dos aspectos intangíveis</li>
<li>Compreendendo a contribuição da Gestão de RH: Capital Intelectual e Capital Humano</li>
<li>KPIs e Benchmarking em RH: o que significam e até onde funcionam</li>
</ul>
<h4>Módulo II -  Indicadores em Treinamento &amp; Desenvolvimento e Recrutamento &amp; Seleção</h4>
<ul>
<li>O que o CHA (Conhecimentos, Habilidades e Atitudes) tem a ver com isso?</li>
<li>Como construir e administrar métricas de Treinamento &amp; Desenvolvimento e de Recrutamento &amp; Seleção</li>
<li>Por que você não começa avaliando aonde quer chegar?</li>
<li>Indicadores comportamentais x resultados: compreendendo as diferenças</li>
<li>Gestão de Desempenho versus Gestão de Indicadores de RH</li>
</ul>
<h4>Módulo III &#8211; Indicadores e Métricas de resultados em RH na prática</h4>
<ul>
<li>Diferença entre estatística, indicador e métrica</li>
<li>Indicadores e Métricas para RH que contribuem para o gerenciamento e tomada de decisão da organização</li>
<li>Construção e administração dos indicadores de RH através do desdobramento da estratégia organizacional</li>
<li>O Balanced Scorecard (BSC) como metodologia de realização da estratégia</li>
<li>As exigências das Normas de Qualidade quanto aos indicadores na</li>
<li>Gestão de Pessoas</li>
</ul>
<p>Exercício Prático &#8211; Construção de Modelo de Indicadores de RH &#8211; Estratégico, Gerencial e Operacional.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://internews.jor.br/2012/05/762012/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Métricas e Indicadores de Desempenho para Análise e Gerenciamento de Processos</title>
		<link>http://internews.jor.br/2012/05/752012/</link>
		<comments>http://internews.jor.br/2012/05/752012/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 May 2012 20:32:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rubens</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capacitação]]></category>
		<category><![CDATA[Custos e Orçamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Estratégica]]></category>
		<category><![CDATA[Processos Corporativos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://internews.jor.br/?p=6055</guid>
		<description><![CDATA[A gestão eficaz de processos tornou-se imprescindível para a obtenção de melhores resultados corporativos. Um dos mais importantes e desafiadores aspectos da implantação da gestão de processos em uma organização é a aplicação devida de indicadores e métricas de desempenho. O gestor e a sua equipe, com estes indicadores, adquirem ferramentas apropriadas para a análise e gerenciamento dos processos de negócio. Uma vez que um processo de negócio tenha sido criado ou redesenhado, a medição de seu desempenho é crítica. Medições precisam ser utilizadas para verificar a adequada implantação do processo, a obtenção dos resultados planejados e a manutenção da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A gestão eficaz de processos tornou-se imprescindível para a obtenção de melhores resultados corporativos. Um dos mais importantes e desafiadores aspectos da implantação da gestão de processos em uma organização é a aplicação devida de indicadores e métricas de desempenho. O gestor e a sua equipe, com estes indicadores, adquirem ferramentas apropriadas para a análise e gerenciamento dos processos de negócio.</p>
<p>Uma vez que um processo de negócio tenha sido criado ou redesenhado, a medição de seu desempenho é crítica. Medições precisam ser utilizadas para verificar a adequada implantação do processo, a obtenção dos resultados planejados e a manutenção da sua própria integridade. A medição contínua é a base para melhoria contínua.</p>
<p>Entretanto, selecionar, desenhar, implantar e utilizar métricas é um conjunto complexo de atividades, repleto de armadilhas que os softwares podem piorar ou auxiliar, dependendo da inteligência humana aplicada a questões como: O que e quanto medir? Quem deve acompanhar o desempenho? O que fazer com os dados? Como diagnosticar e reagir a questões de desempenho?</p>
<p>Participe deste Evento de Capacitação InterNews para responder a estas questões estratégicas. Conheça diretrizes fundamentais para estabelecer processos de negócio eficientes. Identifique os melhores indicadores de desempenho a serem adotados. Saiba os recursos necessários para executar um processo. Veja aonde poderão surgir gargalos durante a sua execução.</p>
<h3>Instrutora</h3>
<p><strong>Angélica Aparecida Regazzini</strong>,<br />
CBPP</p>
<p>Certificada como CBPP pela ABPMP e como Business Process Management Professional pela Boston University. Pós-Graduada em Derivativos pela BM&amp;F, formada em Matemática Aplicada e Computacional pela UNICAMP. Possui treinamentos específicos em Gerenciamento de Riscos Operacionais – IBCB e Gerenciamento de Projetos – Impacta. Atuou como gerente de projetos de revisão, reengenharia e gestão de processos utilizando metodologia proprietária aderente aos conceitos do BPM CBOK e baseada em metodologia internacional de gestão de processos de negócio, em empresas financeiras, de telecomunicação, mineradoras, entre outras. Gerenciou projetos integrados para implantação de processos redesenhados abrangendo áreas habilitadoras como tecnologia, contas a pagar, contas a receber, faturamento, recursos humanos e marketing. Por mais de 15 anos foi gerente de projetos e produtos em instituições como BankBoston Banco Múltiplo S.A, Brasil Aconselhamento Financeiro S.A. (Banco do Brasil) e Maxblue Investimentos DTVM S.A. Foi gerente de marketing do Banco Real S.A – Grupo Santander. Atualmente é sócia da OMConsulting, empresa especializada em Gestão de Processos de Negócio, Gestão de Contratos e SLA/SLM.</p>
<h3>PROGRAMA</h3>
<h4>Módulo I – Gestão de Processos de Negócio</h4>
<ul>
<li>Conceitos</li>
<li>Processos de Negócio</li>
<li>Gestão de Processos de Negócio</li>
</ul>
<h4>Módulo II – Análise de Processos</h4>
<ul>
<li>Propósito da Análise de Processos</li>
<li>Quando executar a Análise</li>
<li>Processo de Análise</li>
</ul>
<h4>Módulo III – Indicadores e Métricas</h4>
<ul>
<li>Definição de Indicadores</li>
<li>Características e Representatividade</li>
<li>Processo de Medição</li>
<li>Armadilhas</li>
</ul>
<h4>Módulo IV – Gestão de Desempenho</h4>
<ul>
<li>Importância e Benefícios da Medição de Desempenho</li>
<li>Definições-chave de Desempenho</li>
<li>Métodos de Medição</li>
<li>Fatores Críticos de Sucesso</li>
</ul>
<h3>Benefícios</h3>
<ul>
<li>Obtenção de técnicas e habilidades suficientes para a definição e implantação de indicadores e métricas não subjetivos e representativos dos processos de negócio;</li>
<li>Desenvolvimento de capacidade de análise de processos através de indicadores para identificação de oportunidades de melhoria de desempenho e adequação a objetivos estratégicos;</li>
<li>Capacitação técnica para gestão de processos através de indicadores que possam auxiliar a aplicação de melhoria contínua nos processos de negócio.</li>
<li>Criação de um entendimento comum sobre o estado atual dos processos analisados e na identificação de oportunidades de melhoria de processos através do acompanhamento de indicadores e métricas.</li>
<li>Identificar os objetivos dos processos e associá-los aos objetivos estratégicos de negócio; definir indicadores e métricas para análise de desempenho e objetivo dos processos utilizando tabelas completas; modelar fluxos de processos de medição de processos utilizando a notação BPMN e identificar oportunidades de melhoria através da análise de gaps.</li>
<li>A abordagem do evento é teórica e prática orientada às necessidades dos participantes sobre o assunto de forma que os conceitos aprendidos possam ser imediatamente aplicados no dia-a-dia.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://internews.jor.br/2012/05/752012/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Como Organizar ou Aperfeiçoar o Sistema de Custos  de sua Empresa</title>
		<link>http://internews.jor.br/2012/05/742012/</link>
		<comments>http://internews.jor.br/2012/05/742012/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 May 2012 15:46:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rubens</dc:creator>
				<category><![CDATA[Auditoria]]></category>
		<category><![CDATA[Capacitação]]></category>
		<category><![CDATA[Custos e Orçamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[Logística]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Processos Corporativos]]></category>
		<category><![CDATA[Vendas & Comercial]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://internews.jor.br/?p=6049</guid>
		<description><![CDATA[A gestão de custos é o instrumento de gestão imprescindível para identificar estratégias que garantem maior vantagem competitiva às empresas. A análise de custos identifica os elementos necessários para a estruturação de uma política permanente de redução de custos. Um sistema de custos bem organizado permite uma análise ampla, em que os elementos estratégicos se tornam mais conscientes, explícitos e formais. A análise de custos e rentabilidade dos produtos e serviços é fundamental dentro do processo de avaliação do impacto financeiro das decisões gerenciais. A finalidade principal da gestão de custos e de lucros é fornecer as informações de que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A gestão de custos é o instrumento de gestão imprescindível para identificar estratégias que garantem maior vantagem competitiva às empresas. A análise de custos identifica os elementos necessários para a estruturação de uma política permanente de redução de custos.</p>
<p>Um sistema de custos bem organizado permite uma análise ampla, em que os elementos estratégicos se tornam mais conscientes, explícitos e formais. A análise de custos e rentabilidade dos produtos e serviços é fundamental dentro do processo de avaliação do impacto financeiro das decisões gerenciais.</p>
<p>A finalidade principal da gestão de custos e de lucros é fornecer as informações de que as empresas necessitam para identificar todas as possibilidades de criação de valor, qualidade e oportunidade que os clientes e acionistas desejam.</p>
<p>Participe deste Evento de Capacitação InterNews que traz a experiência do professor Clóvis Padoveze e conheça os principais conceitos relacionados a custos e os métodos de custeamento dos produtos e serviços. Compreenda a validade das premissas do custeio ABC, suas vantagens e desvantagens em relação aos demais métodos de custeio. Avalie os elementos informacionais básicos para estruturação do sistema de custo para os fins contábeis. Identifique os elementos fundamentais para estruturação de uma política permanente de redução de custos. Prepare-se para implementar as integrações necessárias do sistema de custo com os demais subsistemas gerenciais da empresa, elaborando um plano de trabalho para implantação de melhorias.</p>
<h3>INSTRUTOR</h3>
<p><strong>Clóvis Luís Padoveze</strong></p>
<p>Doutor em Contabilidade e Controladoria – FEA/USP<br />
Mestre em Ciências Contábeis – PUC/SP<br />
Professor de Controladoria e Contabilidade da Universidade Metodista de Piracicaba<br />
Já conduziu mais de 300 programas de treinamento<br />
Foi Controller das Indústrias Romi S/A por mais de 15 anos<br />
Autor de 15 livros, dentre eles: “Controladoria Estratégica e Operacional”, “Gerenciamento do Risco Corporativo em Controladoria”, “Orçamento Empresarial: novos conceitos e técnicas”, “Administração Financeira de Empresas Multinacionais”, “Planejamento Orçamentário”, “Controladoria Avançada” e “Contabilidade Gerencial”.</p>
<h3>PROGRAMA</h3>
<h4>Módulo 1 – CONCEITOS E ESTRUTURA DO SISTEMA DE CUSTOS</h4>
<ul>
<li>Custos, Gastos, Despesas, e Desperdícios.</li>
<li>Classificação de custos</li>
<li>Outros conceitos de custos</li>
<li>Objetivos gerais de um sistema de custos: métodos, formas e acumulação.</li>
<li>Custos para fins contábeis e fins gerenciais</li>
<li>Estrutura informacional básica: Estrutura do Produto e Processo de Fabricação</li>
<li>Exemplo</li>
</ul>
<h4>Módulo 2 – MÉTODOS DE CUSTEIO</h4>
<ul>
<li>Custeio por Absorção e Custeio Direto</li>
<li>Custeio Variável e Custeio ABC</li>
<li>Custeio Integral e RKW</li>
<li>O modelo de margem de contribuição e suas aplicações gerenciais</li>
<li>Custeamento direto: aplicações práticas</li>
<li>Exemplos numéricos</li>
</ul>
<h4>Módulo 3 – CUSTOS PARA FINS CONTÁBEIS</h4>
<ul>
<li>Fundamentos legais: custo integrado e coordenado</li>
<li>O sistema de custos e o ERP</li>
<li>Contabilização</li>
<li>Exemplos</li>
</ul>
<h4>Módulo 4 – SISTEMA DE INFORMAÇÃO</h4>
<ul>
<li>Acumulação por Processo</li>
<li>Acumulação por Ordem</li>
<li>Acumulação por Objetos ou Entidades de Custo</li>
<li>Exemplos numéricos</li>
</ul>
<h4>Módulo 5 – CUSTO PADRÃO</h4>
<ul>
<li>O que é e para que serve: validade atual</li>
<li>Custo padrão e novas tecnologias de fabricação</li>
<li>Análise das variações: a real necessidade</li>
<li>Exemplos numéricos</li>
</ul>
<h4>Módulo 6  &#8211; CUSTOS DE SERVIÇOS</h4>
<ul>
<li>Tipos de serviços</li>
<li>Características dos serviços</li>
<li>Estrutura do Serviço e Processo de Execução</li>
<li>A questão da capacidade</li>
<li>Exemplos numéricos</li>
</ul>
<h4>Módulo 7 – GESTÃO DE PREÇOS DE VENDA</h4>
<ul>
<li>Formação de preços de venda a partir do custo unitário</li>
<li>Formação estratégica de preços</li>
<li>Custo meta: o que é e como calcular</li>
<li>Utilização de simulação para formar preços de venda</li>
<li>Formação de preços de venda a partir da margem de contribuição</li>
<li>Formação de preços de venda considerando o retorno do investimento</li>
<li>Exemplos numéricos</li>
</ul>
<h4>Módulo 8 – ANÁLISES DE CUSTOS: PRINCIPAIS MODELOS</h4>
<ul>
<li>Conceitos necessários</li>
<li>Comprar versus fabricar; Internação de atividades.</li>
<li>Análise de Rentabilidade de Produtos</li>
<li>Inflação da empresa: o que é, para que serve.</li>
<li>Custos para Servir (Cost to serve)</li>
</ul>
<h4>Módulo 9 – POLÍTICA DE REDUÇÃO DE CUSTOS</h4>
<ul>
<li>O que é e como conduzir</li>
<li>Modelos existentes e modelo proposto</li>
<li>Gestão dos recursos</li>
<li>Exemplos numéricos</li>
</ul>
<h4>Módulo 10 – COMO FAZER CHECK-LIST PARA IDENTIFICAR OS PONTOS FRACOS DO SISTEMA DE CUSTOS DA SUA EMPRESA</h4>
<ul>
<li>Questionário de perguntas<em></em></li>
<li>Identificação dos pontos fracos<em></em></li>
<li>Elaboração de um plano de trabalho para implantação das melhorias no sistema de custo</li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://internews.jor.br/2012/05/742012/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Os Desafios do Novo Regime Automotivo Brasileiro</title>
		<link>http://internews.jor.br/2012/05/732012/</link>
		<comments>http://internews.jor.br/2012/05/732012/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 May 2012 15:52:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rubens</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão Estratégica]]></category>
		<category><![CDATA[Jurídico & Contratos]]></category>
		<category><![CDATA[Logística]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Processos Corporativos]]></category>
		<category><![CDATA[Seminário]]></category>
		<category><![CDATA[Tributário]]></category>
		<category><![CDATA[Vendas & Comercial]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://internews.jor.br/?p=6037</guid>
		<description><![CDATA[O Novo Regime Automotivo Brasileiro, instituído pelo Decreto nº 7.716 de 3 abril de 2012, requer das montadoras e de toda a cadeia produtiva do setor importantes iniciativas, adaptações e investimentos para viabilizar o cumprimento das regras e metas que estão sendo estabelecidas para o período de 2013 -2017 e que condicionam para as montadoras a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). Será um desafio promover as mudanças de plataforma tecnológica na fabricação de motores, de pneus e de embreagem, entre outros, para atingir as metas de emissões e de economia de combustíveis. Da mesma forma, as montadoras precisarão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Novo Regime Automotivo Brasileiro, instituído pelo Decreto nº 7.716 de 3 abril de 2012, requer das montadoras e de toda a cadeia produtiva do setor importantes iniciativas, adaptações e investimentos para viabilizar o cumprimento das regras e metas que estão sendo estabelecidas para o período de 2013 -2017 e que condicionam para as montadoras a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados).</p>
<p>Será um desafio promover as mudanças de plataforma tecnológica na fabricação de motores, de pneus e de embreagem, entre outros, para atingir as metas de emissões e de economia de combustíveis. Da mesma forma, as montadoras precisarão redefinir com muito cuidado o <em>mix</em> das compras de componentes entre fabricantes do Mercosul e de outras regiões para cumprirem em condições competitivas as exigências de índices de nacionalização.</p>
<p>Participe deste Seminário InterNews que terá a participação da secretária do Desenvolvimento e da Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Heloisa Menezes, para melhor compreender as complexas regras do Novo Regime Automotivo. Saiba como superar desafios para o cumprimento e a implementação de novos projetos com alguns dos mais renomados especialistas do setor.</p>
<h3>Programa</h3>
<h4><strong>8h30: Credenciamento</strong></h4>
<h4>9h00: Novo Regime Automotivo: uma visão crítica</h4>
<p><strong>Welber Barral</strong><br />
Consultor na Barral M Jorge Consultores Associados. Professor de Negociações Comerciais no Instituto Rio Branco (MRE) e Árbitro do Tribunal Permanente de Revisão (TPR – Mercosul)</p>
<h4><strong>10h10 – Coffee break</strong></h4>
<h4>10h30: Adaptação às Novas Regras Propostas: desafios e benefícios</h4>
<p><strong>Luiz Moan</strong><br />
Diretor de Assuntos Institucionais da General Motors do Brasil. Foi o representante oficial da Indústria Brasileira nas negociações de Política Industrial e Tecnológica no Mercosul. Membro da Diretoria do Departamento de Comércio Exterior da Federação das Indústrias de São Paulo – FIESP e FIERGS. Ex-presidente do Conselho Diretor da AEA – Associação Brasileira de Engenharia Automotiva.<strong> </strong></p>
<h4>11h40: Desafios para o Novo Setor Automotivo</h4>
<p><strong>Vitor Klizas</strong><br />
Diretor da IHS Automotive</p>
<h4><strong>13h50: Almoço</strong></h4>
<h4>14h00: Novo Regime Automotivo: Principais Características e Impactos Esperados<strong></strong></h4>
<p><strong>David Sergio Kupfer</strong><br />
Assessor da Presidência do BNDES. Doutor em Economia pela UFRJ, professor associado do IE/UFRJ. Membro do Conselho Superior de Economia da FIESP. Autor de inúmeros artigos e livros sobre indústria brasileira e política industrial</p>
<h4>15h10: O Plano Brasil Maior e os Regimes Especiais: O caso do Regime Automotivo</h4>
<p><strong>Heloisa Menezes</strong><br />
Secretária do Desenvolvimento e da Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Economista, com mestrado em desenvolvimento agrícola. Foi Diretora de Relações Institucionais da CNI. Membro de conselhos governamentais ligados ao desenvolvimento econômico, industrial e social</p>
<h4><strong>16h40: Coffee break</strong></h4>
<h4>17h00: Análise Crítica do Novo Regime Automotivo</h4>
<p><strong>José Augusto Savasini</strong><br />
Sócio diretor da Rosenberg Associados. PhD em Economia pela Universidade de Vanderbilt, EUA</p>
<h4><strong>18h00: Encerramento</strong></h4>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://internews.jor.br/2012/05/732012/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Criando Planilhas Inteligentes  com Excel 2010</title>
		<link>http://internews.jor.br/2012/05/722012/</link>
		<comments>http://internews.jor.br/2012/05/722012/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 May 2012 17:41:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rubens</dc:creator>
				<category><![CDATA[Auditoria]]></category>
		<category><![CDATA[Capacitação]]></category>
		<category><![CDATA[Custos e Orçamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[Processos Corporativos]]></category>
		<category><![CDATA[T.I - Tecnologia da Informação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://internews.jor.br/?p=6007</guid>
		<description><![CDATA[Atividades como preparar plano orçamentário ou desenvolver business intelligence   são extremamente necessárias para a realização de análises e para a tomada de  decisões estratégicas. Porém são grandes tomadoras de tempo. A utilização de planilhas inteligentes é uma importante aliada. O Excel permite a criação e formatação de um conjunto de planilhas para facilitar a análise de dados e a tomada de decisões de negócios. É um eficaz instrumento para acompanhar, criar fórmulas para cálculos e desenvolver modelos para a análise de dados, organizar dinamicamente informações de várias maneiras e apresentá-los em diversos tipos de gráficos profissionais. Participe deste Evento de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atividades como preparar plano orçamentário ou desenvolver business intelligence   são extremamente necessárias para a realização de análises e para a tomada de  decisões estratégicas. Porém são grandes tomadoras de tempo.</p>
<p>A utilização de planilhas inteligentes é uma importante aliada. O Excel permite a criação e formatação de um conjunto de planilhas para facilitar a análise de dados e a tomada de decisões de negócios. É um eficaz instrumento para acompanhar, criar fórmulas para cálculos e desenvolver modelos para a análise de dados, organizar dinamicamente informações de várias maneiras e apresentá-los em diversos tipos de gráficos profissionais.</p>
<p>Participe deste Evento de Capacitação InterNews e saiba como simplificar o seu trabalho e aumentar produtividade através das ferramentas que o Excel proporciona para a criação de planilhas inteligentes. De uma maneira simples e fácil você poderá criar funções matemáticas e de lógica e utilizar as principais ferramentas, como recursos de formatação, gráficos e outros instrumentos importantes para o trabalho com as planilhas eletrônicas.</p>
<p><strong>Treinamento Prático com uso do Excel 2007 e 2010, sendo necessário o uso de notebook durante todo o período</strong></p>
<h3>Instrutor</h3>
<p><strong>Aldo Mendes</strong></p>
<p>Graduado em Filosofia e Gestão de TI. Consultor e professor nas áreas de inovação tecnológica e pacote MS Office. Instrutor na Enygma Tecnologia. Coordenou projetos em empresas como  CEF e PRODAM, entre outras. Possui conhecimentos avançados em MS Office, MS Project, Redes de computadores, Auto CAD, MicroStation, gerenciamento de Projetos e Windows Server, entre outras ferramentas; Certificado pelo SENAI/SP em capacitação pedagógica para prestadores de serviços de docência.</p>
<h3>PROGRAMA</h3>
<h4>Módulo I – Funcionalidades e recursos do Microsoft Excel 2010</h4>
<ul>
<li>Apresentação da interface</li>
<li>Principais diferenças entre as versões</li>
<li>Formatos de arquivos</li>
</ul>
<h4>Módulo II – Principais Funções</h4>
<ul>
<li>Soma, Média, Máx, Mín, Maior, Menor, Arred, SE, SOMASE, Cont.SE, Procv</li>
<li>Referência absoluta e relativa</li>
<li>Teclas de atalho</li>
</ul>
<h4>Módulo III – Formatação</h4>
<ul>
<li>Principais ferramentas de formatação</li>
<li>Formatação condicional</li>
<li>Formatação automática</li>
<li>Classificação e filtros</li>
<li>Apresentação da Interface</li>
<li>Formatos de arquivos</li>
</ul>
<h4>Módulo IV – Gráficos</h4>
<ul>
<li>Gráficos profissionais</li>
<li>Modelos de gráficos personalizados</li>
<li>Integração com ferramentas Office
</li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://internews.jor.br/2012/05/722012/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Como implementar ou aprimorar a Gestão por Competências</title>
		<link>http://internews.jor.br/2012/05/712012/</link>
		<comments>http://internews.jor.br/2012/05/712012/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 May 2012 13:24:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rubens</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capacitação]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Estratégica]]></category>
		<category><![CDATA[Processos Corporativos]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos Humanos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://internews.jor.br/?p=6003</guid>
		<description><![CDATA[A gestão por competências tem sido cada vez mais adotada nas empresas, por ser uma solução bastante eficaz para o aumento de produtividade, a retenção de talentos e o ganho de competitividade. Gerir competências significa coordenar e incentivar os colaboladores a reduzirem gaps e resolverem necessidades de melhoria. Esse modelo de gestão estimula os colaboradores conhecer o que são capazes de executar e compreender o que a empresa espera deles. Os resultados positivos da implementação de Gestão por Competências são imediatos. Além de facilitar a avaliação do desempenho de colaboradores, permite planejar e monitorar de maneira estratégica as ações de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A gestão por competências tem sido cada vez mais adotada nas empresas, por ser uma solução bastante eficaz para o aumento de produtividade, a retenção de talentos e o ganho de competitividade. Gerir competências significa coordenar e incentivar os colaboladores a reduzirem <em>gaps</em> e resolverem necessidades de melhoria. Esse modelo de gestão estimula os colaboradores conhecer o que são capazes de executar e compreender o que a empresa espera deles.</p>
<p>Os resultados positivos da implementação de Gestão por Competências são imediatos. Além de facilitar a avaliação do desempenho de colaboradores, permite planejar e monitorar de maneira estratégica as ações de capacitação. Oferece maior garantia de contratações bem sucedidas, faz com que a adequação do profissional à empresa seja mais rápida e eficiente e diminui o <em>turnover</em>.</p>
<p>Participe deste Evento de Capacitação InterNews e conheça os modelos de Gestão de RH por competências. Saiba como superar os desafios para a contratação e a retenção de talentos. Veja como alinhar gestão por competências às estratégias da corporação.</p>
<h3>Instrutora</h3>
<p><strong>Merry L. Rodrigues </strong><br />
Psicóloga, Pós Graduada em Administração de Recursos Humanos pela FAAP, especialista em Orientação Profissional e Gestão de Carreira pelo Instituto Sedes Sapientiae. Consultora Associada da SerTotal, Especialista nas áreas de Treinamento e Desenvolvimento, Aconselhamento de Carreira e Desenvolvimento Organizacional. Experiência adquirida ao longo de 20 anos, com atuação na área de Gestão de Pessoas e Recursos Humanos, em organizações de grande porte, multinacionais e nacionais dos setores de indústria, varejo, serviços telecomunicações e financeiro, como Ericsson, TIM Celular, Lopes Consultoria de Imóveis e Grupo Mapfre.</p>
<h3>Programa</h3>
<h4>Módulo I &#8211; A Evolução dos Modelos de Gestão de Recursos Humanos nas Organizações</h4>
<ul>
<li>Do papel administrativo de controle ao papel estratégico da gestão de pessoas</li>
<li>As diversas funções de RH e a contribuição para agregação de valor ao negócio</li>
<li>Como adequar a gestão das pessoas às necessidades da organização</li>
<li>Recursos Humanos falando a mesma linguagem do negócio</li>
<li>O que muda nas ações de RH com o uso das competências</li>
</ul>
<h4>Módulo II &#8211; O Modelo Conceitual da Gestão de Pessoas por Competências</h4>
<ul>
<li>Por que usar competências ajuda a empresa a ter sucesso</li>
<li>Usando competências para multiplicar as melhores práticas</li>
<li>Relacionando competências às estratégias do negócio</li>
<li>Alinhamento com a alta direção</li>
<li>Competências chave para o sucesso do modelo</li>
</ul>
<h4>Módulo III &#8211; O Processo Mapeamento de Competências</h4>
<ul>
<li>Identificando competências, métodos e técnicas.</li>
<li>Técnicas de mapeamento</li>
<li>Definição das competências e suas classificações</li>
<li>Comunicando as competências à organização,</li>
<li>À hora da verdade, alinhamento das expectativas</li>
</ul>
<h4>Módulo IV &#8211; O Conceito de Competências Aplicado ao Recrutamento e Seleção de Talentos</h4>
<ul>
<li>Elaboração do perfil</li>
<li>Construção e planejamento das entrevistas por competências</li>
<li>Como o modelo de competência ajuda a prever tendências de comportamentos.</li>
<li>Construção e elementos do perfil</li>
<ul>
<li>Título</li>
<li>Definição genérica</li>
<li>Comportamentos de referência</li>
<li>Níveis de proficiência.</li>
</ul>
<li>Processo de validação do perfil e a divulgação para atração de candidatos</li>
</ul>
<h4>Módulo V &#8211; A Gestão das Competências Mapeadas</h4>
<ul>
<li>A finalidade do modelo de competência</li>
<li>Competências e os subsistemas de RH</li>
<li>Identificando necessidades de desenvolvimento e capacitação</li>
<li>Definindo plano de ação</li>
<li>Entendendo a relação entre competências, desempenho, potencial, talento e evolução de carreira</li>
<li>Recrutamento e atração de talentos</li>
<li>Formação, treinamento e desenvolvimento de pessoas com base em competências</li>
<li>Alinhando seu modelo ao contexto de valor, missão e visão da organização</li>
<li>O uso dos indicadores para acompanhar a execução do plano</li>
<li>Competências alavancando estratégias de crescimento e desenvolvimento da organização</li>
<ul>
<li>Cenário global</li>
<li>Gestão de mudança</li>
<li>Relacionamento com clientes</li>
<li>Inovação</li>
<li>Melhoria continua</li>
</ul>
</ul>
<h4>Módulo VI &#8211; O Impacto de Gestão de Competência no Negócio: Área de Vendas</h4>
<ul>
<li>Avaliar os resultados do modelo de gestão por competências é preciso?</li>
<li>Como saber se estamos fazendo o uso correto do modelo de gestão de pessoas por competência?</li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://internews.jor.br/2012/05/712012/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>As Novas Concessões Portuárias e a Superação de Gargalos nos Portos Brasileiros</title>
		<link>http://internews.jor.br/2012/05/702012/</link>
		<comments>http://internews.jor.br/2012/05/702012/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 May 2012 19:24:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rubens</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças & Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Estratégica]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Jurídico & Contratos]]></category>
		<category><![CDATA[Logística]]></category>
		<category><![CDATA[Seminário]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://internews.jor.br/?p=5983</guid>
		<description><![CDATA[Antigas questões de eficiência, custos e prazos – além de segurança jurídica – referentes às atividades portuárias, ganharam nova relevância diante da decisão da Antaq de não prorrogar os contratos de concessão de 77 terminais em 15 portos brasileiros. De imediato, a definição pela Antaq da modelagem das licitações para essas novas concessões, o que ocorrerá em breve, terá importantes consequências para todos os agentes que transportam, despacham ou que têm cargas que passam pelos portos brasileiros &#8211; especialmente para os atuais arrendatários desses terminais ou para os que estão de fora e pretendem participar das concorrências. A partir de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antigas questões de eficiência, custos e prazos – além de segurança jurídica – referentes às atividades portuárias, ganharam nova relevância diante da decisão da Antaq de não prorrogar os contratos de concessão de 77 terminais em 15 portos brasileiros.</p>
<p>De imediato, a definição pela Antaq da modelagem das licitações para essas novas concessões, o que ocorrerá em breve, terá importantes consequências para todos os agentes que transportam, despacham ou que têm cargas que passam pelos portos brasileiros &#8211; especialmente para os atuais arrendatários desses terminais ou para os que estão de fora e pretendem participar das concorrências.</p>
<p>A partir de 2013, as concessões nos portos organizados, inclusive as que já existem, serão licitadas. O debate de renomados especialistas sobre as implicações de cada uma das diferentes possibilidades é fundamental para quem pretende participar das licitações ou para o planejamento de atividades portuárias.</p>
<p>As concessões de terminais para empresas privadas, até 1993, dependiam apenas de um contrato com a estatal administradora do porto. A Lei dos Portos (Lei 8.630 de 1993) instituiu a necessidade de licitação das operações portuárias para os serviços prestados a terceiros, conforme previsão constitucional, vez que é considerado serviço público. Os contratos de concessão vincendos em 2013, alguns deles nos portos de Santos e do Rio de Janeiro, estarão sujeitos às novas normas.</p>
<p>A decisão da Antaq, adotada após recomendação jurídica da  AGU (Advocacia Geral da União), de não prorrogar os contratos de concessão de 77 terminais em 15 portos brasileiros, visa estimular a competitividade e afetará diretamente as companhias que operam nessas áreas, inclusive as de commodities agrícolas, petróleo e derivados, petroquímica, álcool, açúcar e energia, além das companhias de logística.</p>
<p>A insegurança jurídica que perdura há vários anos relacionada à prorrogação desses contratos inibe importantes investimentos no setor. Diante dos riscos de apagão logístico nos portos e das atuais questões de eficiência, custos e prazos das atividades portuárias, é urgente a necessidade de investimentos que ampliem a capacidade de carga e descarga, facilitem os acessos aos portos e possibilitem a operação de embarcações com maior capacidade.</p>
<p>Participe deste Seminário InterNews que reúne renomados especialistas para melhor se posicionar sobre tais questões regulatórias, especialmente as licitações de terminais nas áreas dos portos organizados brasileiros e sobre a redução dos gargalos que comprometem a eficiência, os custos e os prazos de atividades nesse setor relevante da logística brasileira.</p>
<h3>Programa</h3>
<h4><strong>8h00: Credenciamento</strong></h4>
<h4>8h30: Concessões portuárias: aspectos jurídicos e econômicos destacados</h4>
<p><strong>Osvaldo Agripino de Castro Júnior</strong><br />
Sócio de Agripino, Dutra &amp; Schiessl Advogados, consultor em Direito Marítimo, Direito Aduaneiro, Direito Portuário, Direito Internacional e Regulação da Logística. Professor do Mestrado e Doutoradoem Ciência Jurídicada UNIVALI; Visiting Scholar na Stanford Law School e Pós-Doutorado na KSG, Harvard University<strong> </strong></p>
<h4><strong>09h50: Coffee break</strong></h4>
<h4>10h10: Resolução de conflitos por meios administrativos ou jurídicos relacionados às concessões</h4>
<p><strong>Marianne Albers</strong><br />
Associada sênior do grupo de Direito Público do escritório Trench, Rossi e Watanabe Advogados</p>
<h4>11h20: Questões de eficiência, custos e prazos nas atividades portuárias</h4>
<p><strong>Cláudio Loureiro de Souza</strong><br />
Presidente do Centronave – Centro Nacional de Navegação</p>
<h4><strong>12h40: Almoço</strong></h4>
<h4>14h00: Concessão</h4>
<ul>
<li>Arrendamento</li>
<li>Terminal Portuário Exclusivo</li>
<li>Terminal Portuário Misto<strong> </strong></li>
</ul>
<p><strong>Wilen Manteli</strong><br />
Diretor-Presidente da ABTP – Associação Brasileira dos Terminais Portuários, Conselheiro da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) e Membro da Comissão Temática de Transportes da FIERGS</p>
<h4>15h20: Gargalos do Setor Portuário: infraestrutura e marcos regulatórios</h4>
<p><strong>Carlos Alvares da Silva Campos Neto</strong><br />
Coordenador de Infraestrutura Econômica do IPEA &#8211; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada<strong> </strong></p>
<h4><strong>16h40  Coffee break</strong></h4>
<h4>17h00: Concorrência onerosa ou de projetos?</h4>
<p><strong>Nelson Carlini</strong><br />
Consultor, membro do Conselho de Administração do Porto de Itapoá, do Terminal de Granel de Santa Catarina e Presidente do Conselho de Administração da LogZ Logística Brasil<strong> </strong></p>
<h4><strong>18h00: Encerramento</strong></h4>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://internews.jor.br/2012/05/702012/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Revisão de Preços e Serviços extras  na construção</title>
		<link>http://internews.jor.br/2012/05/692012/</link>
		<comments>http://internews.jor.br/2012/05/692012/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 May 2012 19:48:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rubens</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capacitação]]></category>
		<category><![CDATA[Compras]]></category>
		<category><![CDATA[Construção Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Custos e Orçamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Estratégica]]></category>
		<category><![CDATA[Jurídico & Contratos]]></category>
		<category><![CDATA[Processos Corporativos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://internews.jor.br/?p=5963</guid>
		<description><![CDATA[A gestão de contratos é uma tarefa desafiadora, principalmente dos contratos que se destinam à execução de obras ou à implantação de Projetos de Engenharia. Devido à sua complexidade, é praticamente impossível que as obras se desenvolvam exatamente dentro dos parâmetros estabelecidos nos contratos, ou que tenham as partes conseguido antever todas as condições e detalhes que irão ocorrer durante o seu desenrolar. Fatos supervenientes, alterações das condições geológicas, hidrológicas, pluviométricas, mudanças de legislação, modificações dos projetos arquitetônicos, de instalação, de acabamentos, detalhes construtivos, necessidades não previstas da Contratante e tantos outros fatores, estarão sempre exigindo revisões de preços e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A gestão de contratos é uma tarefa desafiadora, principalmente dos contratos que se destinam à execução de obras ou à implantação de Projetos de Engenharia. Devido à sua complexidade, é praticamente impossível que as obras se desenvolvam exatamente dentro dos parâmetros estabelecidos nos contratos, ou que tenham as partes conseguido antever todas as condições e detalhes que irão ocorrer durante o seu desenrolar.</p>
<p>Fatos supervenientes, alterações das condições geológicas, hidrológicas, pluviométricas, mudanças de legislação, modificações dos projetos arquitetônicos, de instalação, de acabamentos, detalhes construtivos, necessidades não previstas da Contratante e tantos outros fatores, estarão sempre exigindo revisões de preços e solicitações de serviços extras.</p>
<p>Participe deste evento de Capacitação InterNews e saiba como melhor gerenciar revisões de preços e serviços extras diante das mudanças que ocorrem durante a obra. Veja como solicitar e aprovar alterações no valor de obras empreitadas, respeitando o equilíbrio econômico-financeiro do contrato. Conheça o que pode e o que não pode ser cobrado do contratante além do preço da obra contratada no regime de empreitada.</p>
<p>A conceituação e a metodologia prática apresentada irá auxiliá-lo a lidar com os pedidos de revisão de preços e as propostas de serviços extras.</p>
<h3>Instrutor</h3>
<p><strong>Mozart Bezerra da Silva</strong></p>
<p>Mestre em Gerenciamento de Riscos na Construção Civil pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Engenheiro Civil, formado pela PUC Campinas. Consultor especializado em fundamentação da composição de preços para empresas públicas; solicitação de revisão de preços para construtoras e em estudos de viabilidade econômico-financeira para empreendimentos imobiliários. Dentre os projetos desenvolvidos se destacam as empresas: Petrobrás, Sabesp, Infraero, Chesf, Cemig, Caema, Sanepar, Casan, Codebras, TRE, Odebrecht, Matec, Espaço Aberto, Ellenco, Tecmac, Sinduscon PR, Ademi AL. Ao longo de 20 anos de experiência como professor, ministrou mais de 500 cursos, atendendo cerca de 12,5 mil profissionais por todo Brasil. Autor do livro: Manual de BDI, publicado pelas editoras Pini e Blucher, em 2006.</p>
<h3>PROGRAMA</h3>
<h4>Módulo I – Base jurídica</h4>
<ul>
<li>Conceitos</li>
<li>Estudos de casos</li>
<li>Ilustração do tema</li>
<li>Sínteses de Pareceres Técnicos</li>
</ul>
<h4>Módulo II – A equação econômica do contrato</h4>
<ul>
<li>Equilíbrio econômico.</li>
<li>Composição unitária dos preços dos serviços</li>
<li>Taxa de Encargos Sociais</li>
<li>Taxa de Benefícios e Despesas Indiretas da proposta</li>
</ul>
<h4>Módulo III – A equação financeira do contrato</h4>
<ul>
<li>Equilíbrio financeiro</li>
<li>Métodos para calcular a despesa de financiamento do contrato</li>
</ul>
<h4>Módulo IV- Serviços extras</h4>
<ul>
<li>A alteração na qualidade e na quantidade dos serviços da obra – especificações de materiais e normas de execução</li>
</ul>
<h4>Módulo V – Fatores imprevisíveis</h4>
<ul>
<li>Conceitos e métodos práticos para orçar os fatores imprevisíveis durante o andamento do contrato</li>
</ul>
<h4>Módulo VI – Reequilíbrio econômico – financeiro</h4>
<ul>
<li>Comparação entre a lucratividade inicial (prevista no orçamento) e a final (após as modificações durante o andamento da obra)</li>
<li>Procedimento simplificado</li>
<li>Cálculo detalhado utilizando os indicadores de viabilidade da NBR 14.653:VPL, IL e TIR</li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://internews.jor.br/2012/05/692012/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Elaboração, Negociação e Gestão dos  Contratos de TI  e aplicação do SLA em TI</title>
		<link>http://internews.jor.br/2012/05/682012/</link>
		<comments>http://internews.jor.br/2012/05/682012/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 May 2012 19:37:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rubens</dc:creator>
				<category><![CDATA[Auditoria]]></category>
		<category><![CDATA[Capacitação]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[Jurídico & Contratos]]></category>
		<category><![CDATA[Logística]]></category>
		<category><![CDATA[Processos Corporativos]]></category>
		<category><![CDATA[T.I - Tecnologia da Informação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://internews.jor.br/?p=5960</guid>
		<description><![CDATA[A adoção das melhores práticas de elaboração, negociação e administração de Contratos de TI traz importantes benefícios para a empresa. Permite redução de custos, maior segurança, melhor adequação de soluções tecnológicas e vantagens na renovação desses contratos. Como melhor elaborar, negociar, e administrar os contratos de TI é um grande desafio para todo gestor contratual. A crescente importância da informação para o desempenho das empresas justifica o monitoramento constante e eficaz dos contratos de TI. As exigências de qualidade dos serviços em TI e as necessárias atualizações tecnológicas demandam expertise da equipe responsável pela gestão dos contratos. Participe deste Evento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A adoção das melhores práticas de elaboração, negociação e administração de Contratos de TI traz importantes benefícios para a empresa. Permite redução de custos, maior segurança, melhor adequação de soluções tecnológicas e vantagens na renovação desses contratos. Como melhor elaborar, negociar, e administrar os contratos de TI é um grande desafio para todo gestor contratual.</p>
<p>A crescente importância da informação para o desempenho das empresas justifica o monitoramento constante e eficaz dos contratos de TI. As exigências de qualidade dos serviços em TI e as necessárias atualizações tecnológicas demandam expertise da equipe responsável pela gestão dos contratos.</p>
<p>Participe deste Evento de Capacitação InterNews e compreenda como os contratos de TI agregam valor e segurança para as operações, veja como aprimorar o gerenciamento dos contratos de TI. Conheça os principais requisitos legais, as normas tecnológicas e metodologias de governança. Avalie as táticas para construção e manutenção de um SLA em TI e o seu gerenciamento (SLM) e as peculiaridades dos contratos celebrados por meios eletrônicos.</p>
<h3>Instrutor</h3>
<p><strong>André Luis Regazzini</strong><br />
CSO, CISA, CISM, CGEIT</p>
<p>Profissional de Segurança da Informação, Certificado pela ISACA como Certified Information System Auditor (CISA), Certified Information Security Manager (CISM) e Certified in the Governance of Enterprise IT (CGEIT), Bacharel em Análise de Sistemas pela PUC de Campinas e Pós-graduado em Tecnologia de Desenvolvimento e Auditoria de Sistemas pela FURB de Santa Catarina. Possui grande experiência profissional na Gestão de Tecnologia, Auditoria de Sistemas e Segurança da Informação. Trabalhou nas empresas FEPASA, Perdigão, PricewaterhouseCoopers, Vésper, Ernst &amp; Young e outras. Grande conhecimento e prática na implantação de estruturas de segurança da informação, programas de auditoria de sistemas, estratégias de governança de TI e mecanismos de SLA. Já atuou como consultor de segurança e de TI em empresas de cartão de crédito, seguradoras, bancos, indústrias e operadoras de telecom. Atualmente é Sócio diretor da IPLC do Brasil, empresa especializada em Proteção da Informação.<strong> </strong></p>
<h3>PRINCIPAIS TÓPICOS</h3>
<p>Promover a exposição de conceitos e práticas da formação e da utilização de métricas de TI. Desenvolver a utilização de indicadores não subjetivos de desempenho da TI por meio de ações como:</p>
<ul>
<li>Alinhar os conceitos de indicadores e métricas</li>
<li>Caracterizar os indicadores de desempenho da TI</li>
<li>Definir as melhores métricas para avaliar o alcance dos objetivos e a maturidade da TI</li>
<li>Trabalhar os conceitos de serviços de TI para a empresa</li>
<li>Encadear os indicadores de desempenho: das metas, de recursos, aos resultados das estratégias de TI</li>
</ul>
<h3>PROGRAMA</h3>
<h4>Módulo 1 – Os Contratos de TI</h4>
<ul>
<li>Apresentação geral das principais modalidades, e de sua evolução ao longo do tempo.</li>
<li>Definições e conceitos-chave para entender Contratos de Informática e contratos eletrônicos.</li>
<li>Processos corporativos ligados à gestão de Contratos de Informática, e suas implicações jurídicas.</li>
<ul>
<li>Proteção de Propriedade Intelectual.</li>
<li>Preservação de Sigilo.</li>
<li>Monitoramento de Segurança.</li>
<li>Plano de Continuidade de Negócio.</li>
<li>Atendimento de Clientes e Parceiros.</li>
<li>Terceirização de Atividades.</li>
<li>Relacionamento com Autoridades Regulatórias e com Acionistas e Investidores.</li>
<li>Auditorias e certificações.</li>
<li>Programa de Ética Corporativa.</li>
</ul>
<li>Arquitetura integrada de normas e políticas internas.</li>
<li>Segurança legal da informação.</li>
</ul>
<h4>Módulo 2 – Elaboração de Contratos de TI</h4>
<ul>
<li>Padrões contratuais próprios e padrões contratuais de terceiros: importância, e estratégias.</li>
<li>Diferentes formatos e estilos de documentos contratuais, conforme objetivos específicos.</li>
<li>Particularidades para editais de licitações e pregões.</li>
<li>Contratos comerciais, e convênios de cooperação.</li>
<li>Pré-contratos (cartas de intenção, acordos de confidencialidade, memorandos de entendimentos), verificações, e cadastramentos.</li>
<li>Harmonização e integração com políticas corporativas, e com metodologias de Governança.</li>
<li>Seleção e redação das principais cláusulas (propriedade, garantias, confidencialidade, penalidades, incentivos, riscos trabalhistas, impostos, indenizações, atualização, rescisão, transição, auditorias, foro, lei aplicável, regras para comércio eletrônico, etc.).</li>
</ul>
<h4>Módulo 3 – Negociação de Contratos de TI</h4>
<ul>
<li>Conhecimentos, habilidades, e competências funcionais para negociação de Contratos de Informática.</li>
<li>Diferentes correlações possíveis entre propriedades, garantias, preços, penalidades, e outras condições.</li>
<li>Opções de alocação de direitos de propriedade e de sigilo, e de procedimentos de controle e reporte.</li>
<li>Divisão de ônus e responsabilidades por investimentos, despesas, tributos, encargos, e contribuições.</li>
<li>Táticas para construção e manutenção de equilíbrio contratual em SLA e em SLM.</li>
<li>Compatibilização de outsourcing e insourcing, projetos de migração, e processos de transição.</li>
<li>Identificação dos contratantes, forma de aceite, data de assinatura, foro e lei em contratos eletrônicos.</li>
<li>Impugnação de Editais, Propostas em licitações, defesas e recursos, e participação em pregões.</li>
<li>Exigências de padrões mínimos para contratos de parceiros e de canais.</li>
</ul>
<h4>Módulo 4 – Gestão de Contratos de TI</h4>
<ul>
<li>Articulação com projetos e metodologias de Governança (Código de Ética, ITIL, COSO, COBIT, etc.)</li>
<li>Detecção de inadequações e desvios, e seleção e apresentação em relatórios.</li>
<li>Ferramentas-padrão ou adaptadas de diagnóstico e de controle.</li>
<li>Procedimentos de verificação e de auditoria.</li>
<li>Realização e conciliação de inventários lógicos, físicos e legais, prevenção de perdas e de pirataria.</li>
<li>Provisões financeiras, proteção em seguros, inclusão em sistemas de Gestão de Riscos.</li>
<li>Observância de normas legais, regulatórias, e técnicas (Sarbanes-Oxley, BACEN 3380, NBR 17799 e NBR 27001, normas da SUSEP, CFM, CVM, e diversas outras entidades setoriais).</li>
<li>Valoração e comprovação em processos de due dilligence.</li>
<li>Análises, laudos e pareceres jurídicos independentes.</li>
<li>Assistência técnica em perícias.</li>
<li>Mediação em conflitos e disputas comerciais.</li>
</ul>
<h4>Módulo 5 – SLA em TI</h4>
<ul>
<li>O que são contratos de SLA – Service Level Agreement</li>
<li>Gestão de SLAs</li>
<li>SLAs internos e externos</li>
<li>Vantagens e desvantagens</li>
<li>Definindo periodicidades e processos de medição</li>
<li>Estabelecendo réguas de mensuração para os serviços</li>
<li>Monitorando indicadores</li>
<li>Garantindo aderência aos acordos</li>
<li>Aplicando penalidades</li>
<li>Os principais erros e acertos no dia a dia do SLA</li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://internews.jor.br/2012/05/682012/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

