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Basiléia III: Como cumprir exigências em um período de maiores incertezas

13 de maio de 2015

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O processo de implementação de Basileia III no Brasil, que teve início em outubro 2013, segue regras e prazos que vem demandando as instituições financeiras, entre outras medidas, novos documentos eletrônicos de monitoramento além resultar na elevação gradual a base de capital, ano a ano, até 2018. Nos últimos meses, entretanto, diante da conjuntura econômica mais adversa, alguns prazos foram prorrogados, como por exemplo, a exigência de constituição do colchão de liquidez, cujo prazo de cumprimento foi adiado de abril para outubro de 2015.

Em março deste ano o Banco Central liberou o uso de uma parcela maior de depósitos compulsórios para a composição do colchão de liquidez que as grandes instituições financeiras precisarão manter a partir de outubro deste ano. Em média, os bancos poderão usar 40% do total dos depósitos compulsórios na formação do índice de liquidez de curto prazo. A razão entre o estoque desses ativos e o total de saídas liquida de caixa previstas para um período de 30 dias deverá resultar em um índice de 60%. Até 2019, os bancos vão precisar reportar um índice de no mínimo, 100%.

As resoluções e circulares do Conselho Monetário Nacional e do Bacen trazem determinações relativas a procedimentos e critérios relacionados ao Patrimônio de Referência (PR), ao apreçamento de instrumentos financeiros e à divulgação de informações sobre os riscos, composição de capital e o cumprimento de regras, entre outras.

Participe deste Seminário InterNews, com a presença do Banco Central e de renomados especialistas, para avaliar os caminhos que devem ser tomados. Saiba as medidas de ajuste e prazos que a sua instituição precisará adotar. Entenda como melhor gerir, diante das atuais adversidades, mudanças na estrutura e no processo de gestão de capital e de liquidez. Saiba como se capitalizar e sobreviver em um ambiente cada vez mais regulado.

Agenda

8h30 Credenciamento

9h00 Desafios na Implementação de Basiléia III

  • Cumprimento de prazos
  • Destaque nas circulares
  • Visão do regulador

Nélio Rodrigues Magina Junior
Departamento de Supervisão Bancária (DESUP) do Banco Central do Brasil

10h30 Coffee break

10h50 Impactos decorrentes da atual conjuntura adversa para o cumprimento de Basileia III

  • Experiência em bancos pequenos e médios
  • Obrigações assessórias
  • Procedimentos
  • Liquidez
  • Gestão de capital

Carlos Fagundes
Fundador da Integral Trust Serviços Financeiros

12h10 Almoço

13h40 – Como obter vantagens competitivas com as mudanças na estrutura e no processo de gestão de capital e de liquidez

  • Arcabouço de apuração de risco de mercado
  • Como planejar o futuro em um momento tão incerto

Lúcio Anacleto
Sócio da KPMG no Brasil. Responsável pela área de Financial Risk Management

15h00 – Basiléia III e o Risco de Crédito

  • Impacto do Risco de Crédito na Alocação de Capital Basileia II x III
  • Gestão de crédito x gestão do risco de crédito
  • Política de gestão de riscos de crédito

Antonio Carlos de Lauro Castrucci
Assessor do Grupo Tavares de Almeida, foi vice Presidente do Banco Luso – Brasileiro e ex- diretor da Febraban.

16h20 – Coffee break

16h40 – Aspectos Jurídicos Relevantes da Basiléia III

  • Reforma regulatória Internacional
  • Créditos tributários.
  • Natureza jurídica das normas
  • Sanções e Punições em casos de descumprimento

José Luiz Homem de Mello
Sócio da Pinheiro Neto Advogados

18h00 Encerramento